quinta-feira, 5 de maio de 2011

Moda? Adoroo!!




Que a estampa de oncinha promete nesse inverno todas nos já sabemos. Agora a novidade mesmo é que o vestido com mangas longas entrou definitivamente para a trend favorita no tapete vermelho. Acho lindo. Parece que o look fica elegante sem precisar de muito esforço. Nos grandes eventos, por exemplo, o MET, a manga longa foi o shape mais pedido.

Dá só uma olhada! Impossível não babar na Renne Zellweger e Diane Kruger com essa cara de “sou linda e o mundo que se lasque!”, hahahaha.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A morte de Osama bin Laden foi legal?


Uma interessantíssima postagem no blog jurídico do WSJ discute a juridicidade da intervenção norte-americana para prender ou matar Osama Bin Laden. O mais bacana são os comentários que revelam o lado revanchista da medida. Ressaltam ainda a tradição do país de matar o inimigo político. Em vez de submetê-lo ao devido processo.

Olho por olho. Pagou-se violência com violência bruta. Não há razões normativas no direito internacional para justificar a operação. A autodefesa não chega a ponto de autorizar que um Estado atue, sem respeitar a soberania de outro, mesmo quando se trata do inimigo em questão. O fato é que informações que desconhecemos é o que não falta. Como escreveu Jeb Rubenfield, ao criticar o unilateralismo estadunidense, o direito internacional diferencia jus ad bellum e jus in bello. Atenua-se a gravidade do ato: morte de Bin Laden pode ter sido ilegal, mas não criminosa. Espero que, para a saúde do direito, convençamo-nos de que se fez mesmo justiça. Com o direito.

Segue o link: http://blogs.wsj.com/law/

Casamento Real


Depois de tanto tempo sem escrever fiquei “afim” de dá um palpitada no casório que já se passou ... Mas continua em voga. Afinal, por menos interessado que você seja, foi quase impossível não fazer um comentário nas últimas semanas sobre o casamento entre Kate e o príncipe William, segundo na linha de sucessão do trono britânico. O que mais chama atenção é a forma que esse assunto rendeu em segmentos diversos como moda, turismo, comportamento, patriotismo e, principalmente, economia.

Todos nos sabemos que a economia da Inglaterra não está lá essas coca-cola, portanto, a ordem da rainha Elizabeth 2° foi fazer um casamento “comedido”, sem esbanjar. Estima-se que foi o gasto equivalente a R$ 60 milhões. Enyway, a união do casal foi um incentivo a mais para a própria economia do país, afinal, as expectativas sobre o retorno financeiro beiram quase R$ 2 bilhões, com vendas de souvenires e turismo.

Os turistas devem ter gasto mais de R$ 160 milhões em hospedagem, alimentação e “lembrancinhas” em Londres. Especialistas dizem que toda a euforia em torno do casamento do príncipe William podem gerar uma “sensação de bem-estar econômico”, estimulando a população britânica a gastar e influenciar a melhora do PIB.

Muitos dizem, que tudo isso não passa de espetáculo ultrapassado e cheio de pompas. Agora, não posso deixar de concordar que as monarquias da Europa deixaram de ser ditatóriais para apostar em uma imagem pop star e com isso gerar lucros gigantescos, isso ninguém pode negar.